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domingo, 13 de dezembro de 2015

O Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968 - AI-5

     O AI-5 (Ato Institucional número 5) foi o quinto decreto emitido pelo governo militar brasileiro (1964-1985). É considerado o mais duro golpe na democracia e deu poderes quase absolutos ao regime militar. Redigido pelo ministro da Justiça Luís Antônio da Gama e Silva, o AI-5 entrou em vigor em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do então presidente Artur da Costa e Silva.
     O AI-5 foi uma represália ao discurso do deputado Márcio Moreira Alves, que pediu ao povo brasileiro que boicotasse as festividades de 7 de setembro de 1968, protestando assim contra o governo militar. A Câmara dos Deputados negou a licença para que o deputado fosse processado por este ato.
                       
      47 anos depois o PSDB e o PMDB escolhem justamente a mesma data do AI-5 para tentarem dar um golpe que só existe no imaginário deles e de um monte de anencéfalo, pessoas que acham que o Brasil só é governado pela Presidente Dilma e esquecem ou não sabem que temos 81 senadores, 27 governadores, 27 vice-governadores, 513 deputados federais, 1059 deputados estaduais, 5.561 prefeitos, 5.561 vice-prefeitos, 60.320 vereadores, 32 partidos políticos, os quais opinam em todas as ações administrativas do governo federal, alavancando, metodicamente, a administração da Presidente da República. 
                                             
      Eduardo Cunha zomba da cara dos brasileiros usando de um cargo para articular golpes e discussões em Brasília para desviar as atenções sobre os seus roubos, processos e envolvimentos com todo o tipo que existe de corrupção. E ainda se diz um homem de Deus, se esconde atrás da Igreja para passar a imagem de um homem íntegro e justo com o bordão: “O POVO MERECE RESPEITO”. Gente, vamos acordar deixem de ser imbecis, será que vocês nunca assistiram a uma aula ou leram um livro de História? O mais ridículo de tudo é ver e ouvir professores defendendo esse movimento, pessoas de idade que viveram as atrocidades da ditadura e viram de perto como os golpes funcionavam. 
      Pessoas morreram, foram espancadas, exiladas, deixaram suas casas para brigar e batalhar para que hoje pudéssemos ter o direito a DEMOCRACIA, a dignidade de ter a cabeça erguida, expressar nossas opiniões, termos o direito de fazermos nossas escolhas e educarmos nossos filhos como desejamos.
      Não vamos deixar que a morte dessas pessoas tenham sido em vão, não vamos deixar essa elite que nos governa desde a MONARQUIA assumir o poder através de um GOLPE, pois, sabem que nas urnas não irão vencer. Vivemos em uma DEMOCRACIA e nela prevalece o direito da maioria e os demais querendo ou não tem que respeitar.

Edgard A. do Brasil



                                                                                                                             



















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